Coração: cinco cuidados que protegem o ritmo da vida
Pressão, movimento, alimentação, sono e tabaco influenciam o coração. Veja o que acompanhar e quais sinais exigem urgência.
O coração bombeia sangue continuamente para levar oxigênio e nutrientes aos tecidos. Ele trabalha junto dos pulmões, vasos, rins e sistema nervoso. Cuidar desse sistema vai muito além de evitar gordura na alimentação.
O que mais influencia
Pressão alta, tabagismo, diabetes, colesterol alterado, sedentarismo e consumo excessivo de álcool aumentam o risco cardiovascular. Sono, estresse e histórico familiar também entram na conversa. Como várias alterações não causam sintomas no início, medir pressão e realizar acompanhamento periódico é importante.
Atividade física regular, alimentação com mais alimentos in natura, menos ultraprocessados e abandono do cigarro têm efeito acumulado. Quem usa medicamentos não deve interrompê-los quando os números melhoram: frequentemente isso indica que o tratamento funciona.
Sinais que não devem esperar
Dor ou pressão no peito, falta de ar, suor frio, náusea, desmaio ou desconforto que se espalha para braço, costas ou mandíbula exigem atendimento imediato. Os sintomas podem variar, especialmente em mulheres, idosos e pessoas com diabetes.
Palpitações recorrentes, cansaço novo, inchaço nas pernas ou falta de ar ao deitar merecem consulta, mesmo sem dor.
Um plano possível
- Saiba seus valores de pressão, glicose e colesterol.
- Movimente-se na maior parte dos dias, respeitando seu condicionamento.
- Reduza tabaco, álcool e excesso de sal.
- Organize medicamentos e consultas.
- Aprenda a reconhecer sinais de urgência.
Fontes
Sintomas persistentes, mudanças importantes no seu estado de saúde ou dúvidas sobre medicamentos e suplementos devem ser avaliados por um profissional qualificado.