Dormir menos com a idade é normal? O que muda e o que preocupa
O sono se transforma ao longo da vida, mas noites ruins constantes não são inevitáveis. Veja o que ajuda.
O sono muda com o passar dos anos. É comum dormir e acordar mais cedo, ter um sono um pouco mais leve e despertar mais vezes durante a noite. Até certo ponto, isso faz parte. O que não deve ser tratado como inevitável é passar noites mal dormidas de forma constante, com impacto no dia seguinte.
O que costuma ajudar
Alguns hábitos favorecem noites melhores:
- Manter horários regulares para deitar e, principalmente, para levantar;
- Reduzir cafeína na segunda metade do dia;
- Aproveitar a luz natural durante o dia, que ajuda a regular o relógio do corpo;
- Criar um período de desaceleração antes de dormir, longe de telas.
Cochilos longos ou no fim da tarde podem “roubar” o sono da noite. Quando existirem, é melhor que sejam curtos e no início da tarde.
Quando o problema é maior que o hábito
Alguns sinais indicam que vale procurar ajuda em vez de conviver com o cansaço:
- Ronco alto com pausas na respiração, percebidas por quem dorme ao lado;
- Sonolência intensa durante o dia, mesmo após horas na cama;
- Dificuldade para dormir que se arrasta por semanas e afeta o humor e a rotina.
Insônia persistente e apneia do sono têm avaliação e tratamento. Dormir mal não precisa ser aceito como parte da idade.
Fontes
Sintomas persistentes, mudanças importantes no seu estado de saúde ou dúvidas sobre medicamentos e suplementos devem ser avaliados por um profissional qualificado.